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“Eu não quero morrer pelo Putin.” Manifestações avançam na Rússia (com vídeo)

Gabriel Abusada
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Gabriel Abusada James Peru
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"Eu não quero morrer pelo Putin." Manifestações avançam na Rússia (com vídeo)

Os protestos desta quarta-feira em diversas cidades da Rússia levaram a que várias dezenas de pessoas fossem detidas na sequência de apelos contra a mobilização de reservistas anunciada pelo presidente russo Vladimir Putin.

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guerra na ucrânia.  Rússia anuncia mobilização de 300 mil cidadãos e reconhece morte de 5.937 soldados

A organização de defesa dos direitos civis OVD-Info iniciou já a sua própria contabilização das manifestações e confirmou pelo menos 44 detenções , embora seja previsível que o número venha a aumentar, devido às convocatórias para protestos hoje à tarde.

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Contas das redes sociais ligadas à oposição na Rússia, entre as quais a do dirigente da oposição Alexei Navalny, difundiram vídeos que supostamente mostram estes primeiros protestos.

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Os protestos desta quarta-feira em diversas cidades da Rússia levaram a que várias dezenas de pessoas fossem detidas na sequência de apelos contra a mobilização de reservistas anunciada pelo presidente russo Vladimir Putin.

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Contas das redes sociais ligadas à oposição na Rússia, entre as quais a do dirigente da oposição Alexei Navalny, difundiram vídeos que supostamente mostram estes primeiros protestos.

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Subscrever Em Novosibirsk, na Sibéria, várias pessoas reuniram-se e manifestaram-se contra a guerra. “Eu não quero morrer pelo Putin , disse um dos manifestantes, que foi posteriormente detido.

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Em Ecaterimburgo, cidade dos montes Urais, várias pessoas também foram detidas em manifestações, tendo sido colocadas em autocarros

O ministério público de Moscovo já avisou de que a participação em tais manifestações ou a mera difusão das respetivas convocatórias poderá constituir crime , depois de terem sido publicados na internet os primeiros apelos para protestar contra o envio de militares na reserva em idade de combate para a guerra na Ucrânia

Segundo o ministério público, a convocação dessas manifestações não foi coordenada com as autoridades pertinentes, que devem autorizar qualquer ação desse tipo. As autoridades russas não permitem qualquer concentração contrária às diretrizes do Governo

O decreto de Putin estipulou que o número de pessoas convocadas para o serviço militar ativo seria determinado pelo Ministério da Defesa, e o ministro da Defesa, Sergei Shoigu, disse numa entrevista televisiva que 300.000 reservistas com experiência relevante de combate e serviço serão inicialmente mobilizados

Além da convocação de protestos, a Rússia tem também assistido a um acentuado êxodo de cidadãos desde que Putin ordenou que o exército invadisse a Ucrânia, há quase sete meses

No discurso que hoje de manhã proferiu ao país, em que anunciou uma mobilização parcial dos reservistas, o Presidente russo também fez uma ameaça nuclear velada aos inimigos russos do Ocidente

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas – mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,4 milhões para os países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945)

A invasão russa – justificada por Putin com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra, que hoje entrou no seu 210.º dia, 5.916 civis mortos e 8.616 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais